

Em resposta a esta notícia o cineasta e então crítico Arnaldo Jabor, em sua coluna de opinião no Jornal da Globo, leu o seguinte texto (completo no link do Observatório da Imprensa):
Uma coisa que eu sempre digo sobre datas comemorativas como o Ano Novo é que elas não passam de construções humanas criadas para que a gente possa quantificar e medir o tempo de uma forma lógica, racional e que nos impeça de enlouquecer.
A grande verdade é que estamos constantemente envelhecendo e morrendo aos poucos, mas isso não nos impede de todo dia 31 de Dezembro assumirmos resoluções para o ano seguinte. Seremos mais justos, mais bondosos, cuidaremos mais da nossa saúde, economizaremos. Seremos melhores.
E tudo isso não passa de uma gigantesca hipocrisia coletiva.
Fiquei sabendo que hoje é o "Dia da Maldade".
Não sei se a informação é verdadeira, fidedigna, mas em homenagem a esta data que provavelmente é falsa ou algum meme inventado por zoomers entediados no Twitter, coloco aqui este conto que faz parte da minha coletânea "Crônicas Aleatórias", disponível para compra em formato Kindle no site da Amazon.
Se você estiver lendo isto aqui, espero que goste desta breve "maldade".
No início de Fevereiro de 2020 fui parar no hospital com quase todos os sintomas da Covid-19, porém naquela época a gente nem tinha os exames adequados para identificar a doença. Voltei pra casa com um diagnóstico de "virose". Genérico assim mesmo, o hospital nem sequer fez o exame para determinar se era influenza ou não - ou se fez deu negativo, o que aumenta as chances de ter sido Covid-19.
Nesta época de pandemia infelizmente as mesas de barzinho para conversar com os amigos estão suspensas (pelo menos para as pessoas com bom senso), então senti uma enorme vontade de colocar estas ideias que estão na minha cabeça em algum lugar e vejam só - tenho um blog exatamente para isso né?